Grupo de Oração São Vicente.

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Cuidemos uns dos outros

janeiro 28th, 2014

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       Não se meta na minha vida que a vida é minha e ninguém tem nada com isso, cuida da sua vida que eu cuido da minha.

 Ops! Não é por aí. Não é bem assim que vamos resolver nossos problemas e muito menos alcançar a nossa felicidade, pois nenhuma pessoa ou criatura conseguiria viver sozinha, isolada, sem ninguém por ela.

Somos todos dependentes uns dos outros. Antes de sermos concebidos no seio de nossas mães Deus já cuidava e cuida de nós colocando nossos pais com os primeiros responsáveis para conosco tendo todo o cuidado: amando-nos, ensinando-nos e formando-nos, não deixando que nada falte em nossas vidas, Todo pai e mãe têm o direito e o dever de saber como estão os filhos, por onde anda seus desafios e conquistas na vida e da mesma forma os filhos terem o amor e o cuidado para com os pais. E à medida que vamos crescendo em graça e sabedoria Deus vai colocando pessoas em nossas vidas. Os irmãos, toda a família, os professores e logo já vem os primeiros amigos sem contar às pessoas que contribuem de alguma forma para o nosso bem. O que seria de nós se não existissem os professores, os agricultores, os médicos e tantos outros profissionais, cada um com seu dom contribuindo para que o nosso mundo seja melhor.

Então! Temos sim o dever de cuidar da sua vida. Todos nós somos responsáveis uns pelos outros, não podemos ser omissos quando vemos pessoas passando por tribulações, dificuldades e na maioria das vezes ao nosso lado e a gente não se importa, fechamos nossos olhos para o sofrimento do outro, nem ousamos aproximar e dizer como você está? Posso ajudar-te? Há uma música do cantor Valmir Alencar que expressa muito bem o que Deus pede a cada um de Nós “Onde está o teu irmão?

Eis alguns trechos:

Onde estará aquele que eu concebi?
Confiei aos cuidados teus e agora não está aqui?
Onde andarás o que um dia se descuidou?
Acaso os erros que cometeu são maiores que os teus?…

Como estará aquele que adoeceu?
Quando a enfermidade chegou, teu compromisso acabou?
Como andarás o que era de tua casa?…

Percebo o quanto nos falta pelo menos uma palavra de encorajamento, de irmos ao encontro daqueles amigos ou até mesmo a pessoas da família que há tempos não encontra e assim vamos perdendo o afeto uns pelos outros e o nosso coração vai se endurecendo, se fechando, ficando frio, aos poucos nos leva até a uma depressão.

É hora de revermos este conceito de que ninguém tem a ver com a vida do outro. Só porque alguém falhou, virou as costas pra você, te decepcionou pensas que todos agem da mesma forma. Pois não é bem assim. Como diz o ditado: “Enquanto uma porta se fecha outras dez se abrem” Problemas, todos nós temos e Deus coloca pessoas na nossa vida para enfrentarmos juntos e vencê-los. Essa estória de que “Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher” não pode estar certo, pois, muitas vezes temos que meter a colher sim! Mas não é com mais brigas e sim com diálogo, que não seja um diálogo superficial, mas ir mais profundo, lá na raiz dos problemas o que é que tem causado os conflitos em família. Quero até compartilhar uma pregação do nosso saudoso padre Léo “Jesus está disfarçado em sua casa” www.youtube.com/watch?v=Gf6bJ5YUiKY

Sabemos que os filhos são o reflexo dos pais, o que eles vêm aprendem. “Onde há amor reina o Amor”.

Na realidade, a fraternidade é uma dimensão essencial do homem, sendo ele um ser relacional. A consciência viva desta dimensão relacional leva-nos a ver e tratar cada pessoa como uma verdadeira irmã e um verdadeiro irmão; sem tal consciência, torna-se impossível a construção duma sociedade justa, duma paz firme e duradoura. E convém desde já lembrar que a fraternidade se começa a aprender habitualmente no seio da família, graças sobretudo às funções responsáveis e complementares de todos os seus membros, mormente do pai e da mãe. A família é a fonte de toda a fraternidade, sendo por isso mesmo também o fundamento e o caminho primário para a paz, já que, por vocação, deveria contagiar o mundo com o seu amor. Mensagem do Santo Padre Francisco para a celebração do XLVII Dia Mundial da Paz em 1º de janeiro de 2014.

Por Gilmar Batista Naves, servo do Grupo de Oração São Vicente

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